Proferi uma única palavra:
Amor
No mais tenho as janelas da alma
Não mais prisão,
Um jardim que floresce
A liberdade que cria
Analiso os sonhos
Ensino a morrer
Nasço em campos férteis
A noite, enriquece
E não mais escurece
O único caminho
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Sob qual máscara?
O novo
O novo
O novo
Que tanto dizemos buscar:
Esse não me amedronta.
Meu medo é do novo
Do novo passado.
Mariana Cadore
O novo
O novo
Que tanto dizemos buscar:
Esse não me amedronta.
Meu medo é do novo
Do novo passado.
Mariana Cadore
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Cama vazia?
Das idéias que me acometem
Seus beijos quem dirá que são desejos
Se lhe dou em pensamentos,
Se te quero em fogo e água.
Durmo em vão sem tuas pernas
A cama vazia me afunda na vastidão da madrugada
Serei sempre só em pensamentos,
Boca a fora
Tem a força da eternidade
Construindo em passos lentos,
Uma troca que abandona qualquer ilusão
Amanheço aos teus braços
Conto sonhos que despertos não acabam na solidão do travesseiro
Mas embalam o viver do casal que criou o terceiro
Seus beijos quem dirá que são desejos
Se lhe dou em pensamentos,
Se te quero em fogo e água.
Durmo em vão sem tuas pernas
A cama vazia me afunda na vastidão da madrugada
Serei sempre só em pensamentos,
Boca a fora
Tem a força da eternidade
Construindo em passos lentos,
Uma troca que abandona qualquer ilusão
Amanheço aos teus braços
Conto sonhos que despertos não acabam na solidão do travesseiro
Mas embalam o viver do casal que criou o terceiro
sábado, 22 de janeiro de 2011
Do que enxergo
Do invisível aos olhos alheios
É o toque, o choro os seios
Do invisível as falas corridas
A verdade, a profundidade num mar de sensibilidade
Do invisível aos olhos alheios
Suas pernas cruzadas, suas calças e suas meias
Do invisível :
Da pobreza e da nobreza
Que enxergo e me ponho aos seus pés
Mariana Cadore
É o toque, o choro os seios
Do invisível as falas corridas
A verdade, a profundidade num mar de sensibilidade
Do invisível aos olhos alheios
Suas pernas cruzadas, suas calças e suas meias
Do invisível :
Da pobreza e da nobreza
Que enxergo e me ponho aos seus pés
Mariana Cadore
Das distâncias
Na pupila gris,
Meu amor escarlate,
Que no teu peito, me mate de amor e me faça viver
Pelo mar a geografia que nos impede
Mas também nos aproxima,
Se navego em águas cristalinas
É por você, morena.
Meu leme segue em rumo e atenção
Para em teus braços entregar meu coração
Mariana Cadore
Meu amor escarlate,
Que no teu peito, me mate de amor e me faça viver
Pelo mar a geografia que nos impede
Mas também nos aproxima,
Se navego em águas cristalinas
É por você, morena.
Meu leme segue em rumo e atenção
Para em teus braços entregar meu coração
Mariana Cadore
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Zen
Nas brisas da vida
O olhar destacado
Tons e nuances, de um ser bem olhado
Em voltas, retornos
Um véu colorido
A mesma face,
disfarce
Nem mesmo se sabe
Dois passos...repasso
Ante-passo...despasso
Descanso sem descaso
Um tempo, seu tempo
No caminho do guerreio.....tudo é perfeito.
O olhar destacado
Tons e nuances, de um ser bem olhado
Em voltas, retornos
Um véu colorido
A mesma face,
disfarce
Nem mesmo se sabe
Dois passos...repasso
Ante-passo...despasso
Descanso sem descaso
Um tempo, seu tempo
No caminho do guerreio.....tudo é perfeito.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Consentimento
Flores em um jardim,
Correndo com alegria
O proibido, infringido
Amor por entre as pétalas
Um fecundo nervosismo,
Um medo, uma sombra
Um olhar que me persegue
Um violino e uma rosa
Essa canção em sonhos
De onde não resta mais uma verdade
Senão o sonho de re-existir
Revejo filmes, repito músicas
A vida ressoa
Ressoa
Ressoa
soa
Os passos errantes também acertam
Você abre as portas para como o mundo te recebe
Recebemos o que permitimos.
Que o medo não me impeça de andar
Que a dor não me mata antes de ocorrida
Que a vida eu não impeça de ser vivida
Mariana Cadore
Correndo com alegria
O proibido, infringido
Amor por entre as pétalas
Um fecundo nervosismo,
Um medo, uma sombra
Um olhar que me persegue
Um violino e uma rosa
Essa canção em sonhos
De onde não resta mais uma verdade
Senão o sonho de re-existir
Revejo filmes, repito músicas
A vida ressoa
Ressoa
Ressoa
soa
Os passos errantes também acertam
Você abre as portas para como o mundo te recebe
Recebemos o que permitimos.
Que o medo não me impeça de andar
Que a dor não me mata antes de ocorrida
Que a vida eu não impeça de ser vivida
Mariana Cadore
sábado, 25 de dezembro de 2010
Colo
Uma dor no peito,
Chamada saudades
Não é choro, nem alegria
É querer de novo um outro dia.
Transpor toda distância,
O coração na mão e a esperança
Seja feita a Vossa vontade:
De amor e alegria
Chamada saudades
Não é choro, nem alegria
É querer de novo um outro dia.
Transpor toda distância,
O coração na mão e a esperança
Seja feita a Vossa vontade:
De amor e alegria
domingo, 19 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Intransitoridade
Se o vento me traz palavras
Sopro ao pé do teu ouvido
Porque das horas invento,
E dos dias me lembro
Possuo a transitoriedade de todo ser humano
Se perdi ou se ganhei, será só um olhar no horizonte
No bordado das flores, não há um só momento
Que se vai ,que se vem,
Vejo na terra o cultivo do céu
E te rego ,
Agora sim, depois também
Mariana Cadore
Sopro ao pé do teu ouvido
Porque das horas invento,
E dos dias me lembro
Possuo a transitoriedade de todo ser humano
Se perdi ou se ganhei, será só um olhar no horizonte
No bordado das flores, não há um só momento
Que se vai ,que se vem,
Vejo na terra o cultivo do céu
E te rego ,
Agora sim, depois também
Mariana Cadore
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Lembranças em notas
Há um choro de saudade:
em toda sinfonia,
em toda fotografia,
o silencio.......de um fragmento amoroso
E quem sabe um dia...
Quem já não está
Aqui esteve
Me recordo em notas,
Que a dor no coração
Me alimenta,
Esta fome sem pressa
E um talvez que não vive
Nos prende em falta de harmonia.
Porque na noite sou dia
E grito ao mundo:
Sem se doar, que vida nos permeará?
Esqueça
Um dia em claras nuvens
A imagem te mostrará
Um amor aqui vivido, nunca se apagará
O nosso vagão sempre vai passar
E o Sol que lá te aquece em outro peito sempre estará
em toda sinfonia,
em toda fotografia,
o silencio.......de um fragmento amoroso
E quem sabe um dia...
Quem já não está
Aqui esteve
Me recordo em notas,
Que a dor no coração
Me alimenta,
Esta fome sem pressa
E um talvez que não vive
Nos prende em falta de harmonia.
Porque na noite sou dia
E grito ao mundo:
Sem se doar, que vida nos permeará?
Esqueça
Um dia em claras nuvens
A imagem te mostrará
Um amor aqui vivido, nunca se apagará
O nosso vagão sempre vai passar
E o Sol que lá te aquece em outro peito sempre estará
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Nos(sa) casa
O que se quer,
O que se tem
O que se tem,
O que se quer
O que se quer,
O que se tem
O que se tem ,
O que se quer
Repousa em toda sensibilidade o amor
E não se quer a posse
Do possuído amor, seja já satisfeito
Por em si conter-se
O que se quer,
O que se tem
O que se tem,
O que se quer
O que se quer,
O que se tem
O que se tem,
O que se quer
Ao tecido dos meus poros tu está
Em choro, em alegria, em sentimentos
O amor nos alimenta
Teu colo,
Teu seio,
Teu sexo,
Tuas pernas em ternura
O abraço para os sonhos
A cama nos casa
Mariana Cadore
O que se tem
O que se tem,
O que se quer
O que se quer,
O que se tem
O que se tem ,
O que se quer
Repousa em toda sensibilidade o amor
E não se quer a posse
Do possuído amor, seja já satisfeito
Por em si conter-se
O que se quer,
O que se tem
O que se tem,
O que se quer
O que se quer,
O que se tem
O que se tem,
O que se quer
Ao tecido dos meus poros tu está
Em choro, em alegria, em sentimentos
O amor nos alimenta
Teu colo,
Teu seio,
Teu sexo,
Tuas pernas em ternura
O abraço para os sonhos
A cama nos casa
Mariana Cadore
Assinar:
Comentários (Atom)