Como vou fazer
Sempre caminhei
Na triste felicidade da solidão
Truque do desejo
Mistério da vaidade
Imploro teu beijo
No silencio das palavras
O orgulho da simplicidade
Será minha verdade,
que se esconde noite adentro
No escuro meus beijos
São só desejos
Esperando a declaração
De um coração
Sonhos são vividos
E a vida sonhada
Será sempre a estrada
Dos meus pés aos teus olhos
Perfumando todas as flores
Desaguando em claros rios
Dentre meus pensamentos
A beleza de uma paixão
Disparando todos os passos
Suspiros e abraços
Risadas destoadas
Amar e' aceitar
domingo, 20 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Sem razão
No distante horizonte
Não esqueço teu cheiro
Vou te vivendo
Em amores fatais
Morro aos seus pés
Me encontro entrelaçada em suas pernas
Bebendo cristalina agua
De um amor proibido
De desejos descabidos
Me cabe a paixão
E ser sem razão
Não esqueço teu cheiro
Vou te vivendo
Em amores fatais
Morro aos seus pés
Me encontro entrelaçada em suas pernas
Bebendo cristalina agua
De um amor proibido
De desejos descabidos
Me cabe a paixão
E ser sem razão
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Passos entre passos
sinto me a frente,
mas não de mim(me alcanço fácil),
espio atrás
jaz no chão conviçoes
A frente possibilidades,
verdades momentâneas
distorço as formas
desenformo,
sem rédeas
e vejo oposiçoes sem rejeiçoes,
compreensão em ponto de interogaçao
não há ponto, há reticencias
Há brilho, magia, mistério
desconhecido desejado
medo perdido
inundação de experimentação
evolução
sede de vida, fome de conhecimento
Desconcentro a visão
que tão perto
tem as cores da minha íris,
photoshop do cristalino
imagens da minha retina.
Passos de distanciamento
deslumbro a outra posição
tão fácil de ver, o que doí e se esconde.
O mais importante nunca e falado
Vive amedrontado.
Na frente honestidade
tornando realidade e satisfação
olhares em silencio
palavras libertadas, a dificuldade imaginaria
tudo tão simples, coragem
coragem, de ser tão feliz
A vida na vida
coragem de ter coragem
Simples assim!Assim!Sim!
domingo, 6 de dezembro de 2009
No peito guardado
Por gentileza
Repare na chuva
Dispare um sorriso ou
Chore fluindo
Do mal a canção
De uma vida
Somos gratidão
Gentileza
Gera gentileza
Por favor venha ver o sol
E agradeça a Lua
Que não somos normais robôs,
de uma serie adormecida
Obrigado,
Somos sorte
Um abraço apertado
Um choro molhado
Coração apertado
Gentileza
Gera gentileza
Por favor mostre o que no peito há guardado
Repare na chuva
Dispare um sorriso ou
Chore fluindo
Do mal a canção
De uma vida
Somos gratidão
Gentileza
Gera gentileza
Por favor venha ver o sol
E agradeça a Lua
Que não somos normais robôs,
de uma serie adormecida
Obrigado,
Somos sorte
Um abraço apertado
Um choro molhado
Coração apertado
Gentileza
Gera gentileza
Por favor mostre o que no peito há guardado
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
sábado, 28 de novembro de 2009
Confluir das águas
Na solidão das águas
Me expando
Sou a gota, o rio, o mar
Me confluo na fluidez
A respiração me respira
Sendo um coração
Há entrega da paixão
Só há um caminho
Do ser sem senão
A respiração me respira
Vivo as possibilidades
Nesse vento de indiferenças
Quem ira lhe indagar?
A respiração me respira
Se não agora, quando?
Se não eu, quem?
Todos somos um
Um somos todos
Me expando
Sou a gota, o rio, o mar
Me confluo na fluidez
A respiração me respira
Sendo um coração
Há entrega da paixão
Só há um caminho
Do ser sem senão
A respiração me respira
Vivo as possibilidades
Nesse vento de indiferenças
Quem ira lhe indagar?
A respiração me respira
Se não agora, quando?
Se não eu, quem?
Todos somos um
Um somos todos
sábado, 21 de novembro de 2009
E as flores
Desabrochando toda beleza
O inesperado veio nos juntar
As flores,
cobrindo estradas e pontes
De amores
Sem mais não posso ir
E as dores
Contigo levam um novo olhar,
Vai em frente
Temores
Partiram pra nunca mais voltarem
Amores
Contigo lua cheia
Casa e canção
E as dores
As flores coloriam o olhar
Temores
As notas fazem passos e mares
Amores
Para sempre quero nele estar
O inesperado veio nos juntar
As flores,
cobrindo estradas e pontes
De amores
Sem mais não posso ir
E as dores
Contigo levam um novo olhar,
Vai em frente
Temores
Partiram pra nunca mais voltarem
Amores
Contigo lua cheia
Casa e canção
E as dores
As flores coloriam o olhar
Temores
As notas fazem passos e mares
Amores
Para sempre quero nele estar
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Alma discreta
Uma violeta se foi
Tantas plantou
Uma violeta ensinou
Vou cultivando
Nutrida de sonhos
Regada de amor
Ao perfume das rosas
Dois suspiros
Ao vento toda dor se espalhou
Uma violeta se foi
Ao vento
Todo amor se espalhou
Tantas plantou
Uma violeta ensinou
Vou cultivando
Nutrida de sonhos
Regada de amor
Ao perfume das rosas
Dois suspiros
Ao vento toda dor se espalhou
Uma violeta se foi
Ao vento
Todo amor se espalhou
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Te ofereço
Nesse tempo louco
Nem linha, nem fio
Pelo pouco, somos muito
Voltas e revira-voltas
O passado refletido no presente
Não se faz presente
Planos e alcance
Projetados no inalcançável
Um sonho não real
Meu presente
É o presente
E te ofereço
Sem preço
Nem linha, nem fio
Pelo pouco, somos muito
Voltas e revira-voltas
O passado refletido no presente
Não se faz presente
Planos e alcance
Projetados no inalcançável
Um sonho não real
Meu presente
É o presente
E te ofereço
Sem preço
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Preciso em precisão
No meio passo
Entre meio desatino
Escuridão
Uma palavra,
Uma avenida,
Estrada e chão
O passo falso
O filtro sujo
Escuridão
Corre por seus laços
O choro pro abraço
A ferida que não aconteceu
Ameniza-me
Uma bobagem
Um sorriso
Exatidão
Ameniza-me
Uma paixão
Uma fuga
Uma sugestão
Ameniza-me
Na larga alegria
Exatidão
Entre meio desatino
Escuridão
Uma palavra,
Uma avenida,
Estrada e chão
O passo falso
O filtro sujo
Escuridão
Corre por seus laços
O choro pro abraço
A ferida que não aconteceu
Ameniza-me
Uma bobagem
Um sorriso
Exatidão
Ameniza-me
Uma paixão
Uma fuga
Uma sugestão
Ameniza-me
Na larga alegria
Exatidão
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Todo tempo do mundo
Uma vida é pouco
Tudo é novo
Nada é normal
Se eu sou descoberta
Tu é eterna novidade
A beleza de ser
Te conhecer
Uma vida é pouco
Na beleza e astral
Quero o bem além do mal
Uma vida é pouco
Tudo passa na mão
Se pensa que é teu
É ilusão
Tudo é novo
Nada é normal
Se eu sou descoberta
Tu é eterna novidade
A beleza de ser
Te conhecer
Uma vida é pouco
Na beleza e astral
Quero o bem além do mal
Uma vida é pouco
Tudo passa na mão
Se pensa que é teu
É ilusão
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Já não posso negar
Me inunda,
Me verte,
Me faz
Palavras que calam ao pé do ouvido
Afloram o vento do espelho
Desfalecem a poeira guardada
Baby, agora descobri o valor
Viver junto a ti e' o amor
Baby, agora já não posso voltar
Vendi minha casa e comprei nosso altar
Deixei meus cabides e me vesti com você.
Me verte,
Me faz
Palavras que calam ao pé do ouvido
Afloram o vento do espelho
Desfalecem a poeira guardada
Baby, agora descobri o valor
Viver junto a ti e' o amor
Baby, agora já não posso voltar
Vendi minha casa e comprei nosso altar
Deixei meus cabides e me vesti com você.
Engessados
Vento luz,
Cantar luar,
Estrelas e mar
Porque que a gente e' assim
Inventando conceitos
Egoísta, malabarista
Arrogante, comerciante
Elegante, viajante
Simpático, apático
Alegre, faxineira
Bravo, medico
Violento, palhaço
Criativo, musico
Sentimental, poeta
Bem ou mau
Errado ou correto
Eu não sei
Na verdade quem eu sou
Quente ou frio
Profano ou sagrado
Eu não sei
Na verdade quem eu sou
Porque que a gente
Vive conceituando
Eu não sei
Na verdade
Quem eu sou
Se chover e' motivo para dançar
Se chorar e' por rir ou chorar
Se te ligo por saudade ou desespero
Se acordo para viver ou para reclamar
Se beijo para esquecer ou por não aguentar
Se a noite e' dia
Se o novo e' antigo
Se o feio 'e o bonito
Se o sentido 'e ser sem sentido
Se a verdade e' um sonho
Se o sonho e' minha verdade
Somos nós quem criamos
Somos nós quem engessamos
Somos nós que nunca mais conceituamos
E o milagre nos aconteceu
A vida nos viveu
Cantar luar,
Estrelas e mar
Porque que a gente e' assim
Inventando conceitos
Egoísta, malabarista
Arrogante, comerciante
Elegante, viajante
Simpático, apático
Alegre, faxineira
Bravo, medico
Violento, palhaço
Criativo, musico
Sentimental, poeta
Bem ou mau
Errado ou correto
Eu não sei
Na verdade quem eu sou
Quente ou frio
Profano ou sagrado
Eu não sei
Na verdade quem eu sou
Porque que a gente
Vive conceituando
Eu não sei
Na verdade
Quem eu sou
Se chover e' motivo para dançar
Se chorar e' por rir ou chorar
Se te ligo por saudade ou desespero
Se acordo para viver ou para reclamar
Se beijo para esquecer ou por não aguentar
Se a noite e' dia
Se o novo e' antigo
Se o feio 'e o bonito
Se o sentido 'e ser sem sentido
Se a verdade e' um sonho
Se o sonho e' minha verdade
Somos nós quem criamos
Somos nós quem engessamos
Somos nós que nunca mais conceituamos
E o milagre nos aconteceu
A vida nos viveu
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