Em cada despedida
Partida,
Chagada
Onde se sai
se fica.
Onde fica
se esvai de saudade
Porque não e' possível passar em branco
Onde se vive de coração
Porque não e' possível conhecer o mundo
Se lá não esteve.
Se lá esteve já não há como retornar,
Um pedaço sempre ficará
Será que um dia vou retornar?
Mariana Cadore
ps:Não importa, todas pessoas que em nos nascem
Conosco sempre estarão
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Professor
Das dores q a vida me deu
Te perder foi o que mais doeu
De tantos amores
Só um foi amor
Que no braço da dor, pude dar seu valor
Da alegria, se não pode esse dia
Quem sabe um dia, porque o relógio dirá
Já das tristezas, se não enxerguei antes
A dor foi meu melhor professor
Te perder foi o que mais doeu
De tantos amores
Só um foi amor
Que no braço da dor, pude dar seu valor
Da alegria, se não pode esse dia
Quem sabe um dia, porque o relógio dirá
Já das tristezas, se não enxerguei antes
A dor foi meu melhor professor
sábado, 14 de agosto de 2010
O amor não acabou
O amor transforma,
O amor ensina.
A falta tritura.
A dor anuncia.
Será mais um dia,
Sem ti meu amor
Porque quando eu tiver tudo que tu deseja
Já não sou eu quem restou
O amor ensina.
A falta tritura.
A dor anuncia.
Será mais um dia,
Sem ti meu amor
Porque quando eu tiver tudo que tu deseja
Já não sou eu quem restou
terça-feira, 10 de agosto de 2010
A morte necessária
Me escorre pelos dedos
Já não basto, já não sei
Sei o que queres, sei o que quero
Estou interessada em seu imenso amor
De extrema inteligência me cobre de admiração
Permanecer com as mesmas ações e' incorrer nos mesmos erros
Deixar o trem passar
A morte necessária nos amedronta
A morte do que mais desejamos nos mata
Já não basto, já não sei
Sei o que queres, sei o que quero
Estou interessada em seu imenso amor
De extrema inteligência me cobre de admiração
Permanecer com as mesmas ações e' incorrer nos mesmos erros
Deixar o trem passar
A morte necessária nos amedronta
A morte do que mais desejamos nos mata
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Sacudida
Nesse mexe remexe
Fui eu quem errei
Nessa estrada de desilusões
Ver, enxergar e querer
Nas demais conclusões
Solitária
Entre tantas fugidas
Fugitiva
Eu não quis mais saber
Eu não sabia
Os medos que não mais me deixaram
Fazem com que você me deixe
Das estrelas entre a luz e noite
Você brilha em meu escuro tempo
De lua cheia vou levando meu corpo
Junto com a dor, de me perder em meio a minha perdição
Peco-te perdão
Não deixe o amor morrer
Aos berros nossa vida acabar
Larga meus erros, eu olho para trás
Porque não quero mais voltar
Não deixe o amor morrer
Por tanto amor aprendi o que e' amar
E nessa estória a batucada e' de choro e riso
Pois e' impossível crescer na calmaria
Nesse eterno recomeço
A minha vida se transformou
E nessa vida a dois
E' o três que brotou
Mariana Cadore Peinado
Fui eu quem errei
Nessa estrada de desilusões
Ver, enxergar e querer
Nas demais conclusões
Solitária
Entre tantas fugidas
Fugitiva
Eu não quis mais saber
Eu não sabia
Os medos que não mais me deixaram
Fazem com que você me deixe
Das estrelas entre a luz e noite
Você brilha em meu escuro tempo
De lua cheia vou levando meu corpo
Junto com a dor, de me perder em meio a minha perdição
Peco-te perdão
Não deixe o amor morrer
Aos berros nossa vida acabar
Larga meus erros, eu olho para trás
Porque não quero mais voltar
Não deixe o amor morrer
Por tanto amor aprendi o que e' amar
E nessa estória a batucada e' de choro e riso
Pois e' impossível crescer na calmaria
Nesse eterno recomeço
A minha vida se transformou
E nessa vida a dois
E' o três que brotou
Mariana Cadore Peinado
quarta-feira, 21 de julho de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
Nascimento
Há um sol em cada instante
E sem mais, eu só quero um ar fresco.
Porque a noite virou dia
e você não me procurou
Porque o dia já se vai
E eu aqui estou
Há um sol que desperta o olhar
Uma vida que nos toca e e' impossível voltar
E' um mundo que nos nasce
Uma vida dentro da vida
Não há tempo para se enganar
Se matamos, antes mesmo morremos
Não se volta como se partiu
Um pedaço nosso sempre fica
E sem mais, eu só quero um ar fresco.
Porque a noite virou dia
e você não me procurou
Porque o dia já se vai
E eu aqui estou
Há um sol que desperta o olhar
Uma vida que nos toca e e' impossível voltar
E' um mundo que nos nasce
Uma vida dentro da vida
Não há tempo para se enganar
Se matamos, antes mesmo morremos
Não se volta como se partiu
Um pedaço nosso sempre fica
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Junta a alegria e vem pra sempre me aportar
Das felicidades
a que me encontrei
Es tao pequenina, mas me aporta em vastidao
Que sera' que sera`,
so`o destino ha de nos contar
Que sera`que sera`,
sera`sempre samba de roda,
valsa e chorinho a me rodear
Vem,
vem mais nao tem,
que sera`.
Vem,
vem mais nao tem
deixa o som te tocar
Pode ser uma bossa, pode ser moca nova
junta a alegria e nao me leve a mal
Pois hoje e sempre e`eterno carnaval.
a que me encontrei
Es tao pequenina, mas me aporta em vastidao
Que sera' que sera`,
so`o destino ha de nos contar
Que sera`que sera`,
sera`sempre samba de roda,
valsa e chorinho a me rodear
Vem,
vem mais nao tem,
que sera`.
Vem,
vem mais nao tem
deixa o som te tocar
Pode ser uma bossa, pode ser moca nova
junta a alegria e nao me leve a mal
Pois hoje e sempre e`eterno carnaval.
domingo, 4 de julho de 2010
Da dor ao nao-entendimento
Foi de tanto pensar
Da miséria e da dor
Da injustiça e da fome
Do desespero e do desamparo
Da infelicidade e da busca
De todos os males se cansou
Sem mais do que pensar
Sem mais do que almejar
Sem mais do que perguntar
Era feliz sem saber que era,
nem ao menos motivo tinha
Porque de transitoriedade
A vida se faz
Da miséria e da dor
Da injustiça e da fome
Do desespero e do desamparo
Da infelicidade e da busca
De todos os males se cansou
Sem mais do que pensar
Sem mais do que almejar
Sem mais do que perguntar
Era feliz sem saber que era,
nem ao menos motivo tinha
Porque de transitoriedade
A vida se faz
terça-feira, 15 de junho de 2010
Terra molhada
Nada mais seria,
Se os pássaros não mais existissem
E os sonhos de la nunca mais saíssem
Num pouso longo descansa uma canção
Desabrochando em festa e processão
Que todos cantem e sigam com fé
Atento aos pés e a dança a te levar
O pulso abranda o melhor do seu altar
Com olhos ao único caminho,
Pois em todos podes caminhar
Mas a terra vermelha me perfuma,
E em noites escuras vem me chamar
Um so' pertence em minha mochila
E volto ao meu altar
Se os pássaros não mais existissem
E os sonhos de la nunca mais saíssem
Num pouso longo descansa uma canção
Desabrochando em festa e processão
Que todos cantem e sigam com fé
Atento aos pés e a dança a te levar
O pulso abranda o melhor do seu altar
Com olhos ao único caminho,
Pois em todos podes caminhar
Mas a terra vermelha me perfuma,
E em noites escuras vem me chamar
Um so' pertence em minha mochila
E volto ao meu altar
sábado, 5 de junho de 2010
Jogo dos jogos
Porque não se mata com a morte
Há tantas formas
Há tantos meios
Perder a forma e' o desejo indesejado
O eterno morrer e' a vida
No jogo dos jogos
Conteúdo e contexto,
Quero existência em devoção
Desejo e apetite,
Quero o amor de ossos, músculos e algumas gordurinhas
Neste rastro de nuvens
Só o céu e as estrelas me sustentam
Os olhos não se enxergam
Me adorno de você que me despi em maestria
Morro e a dança amplia
Breve e tremeluzente
A radiância do amor nos habilita ao infinito
Sem jogo, sem disfarce
Eis ai o jogo dos jogos
Onde valor e valia um dia, quem dira.
Há tantas formas
Há tantos meios
Perder a forma e' o desejo indesejado
O eterno morrer e' a vida
No jogo dos jogos
Conteúdo e contexto,
Quero existência em devoção
Desejo e apetite,
Quero o amor de ossos, músculos e algumas gordurinhas
Neste rastro de nuvens
Só o céu e as estrelas me sustentam
Os olhos não se enxergam
Me adorno de você que me despi em maestria
Morro e a dança amplia
Breve e tremeluzente
A radiância do amor nos habilita ao infinito
Sem jogo, sem disfarce
Eis ai o jogo dos jogos
Onde valor e valia um dia, quem dira.
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